Faz algum tempo que lembrei que teve uma vez que um carro do Google Street View tinha passado por mim, mas nunca procurei até hoje. Eu estava indo na casa do meu orientador de mestrado deixar uma parte do que eu havia escrito quando vi o estranho carro. E aqui estou:
Exibir mapa ampliado
artz lair
Um pouco sobre o que penso e faço...
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Um mundo holográfico
Um sonho... Imagine desenhar desse jeito...
Holographic Interface - round interface - Ringo from Ivan Tihienko on Vimeo.
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domingo, 23 de janeiro de 2011
ArcGIS 10
Para quem quer dar uma conferida no ArcGIS 10.0, baixou o bichim mas o crack não funciona, basta baixar deste link. Inclusive tem as instruções em português e funciona redondo.
Não vi grandes mudanças no ArcMap além do fato de o ArcCatalog estar integrado da mesma forma que o ArcToolbox, o que poupa um certo trabalho. A grande novidade, pelo que eu entendi é o ArcGlobe que é uma espécie de Google Earth mais voltado para o profissional de SIG, mas ainda não consegui inserir coisas pertinentes.
Não vi grandes mudanças no ArcMap além do fato de o ArcCatalog estar integrado da mesma forma que o ArcToolbox, o que poupa um certo trabalho. A grande novidade, pelo que eu entendi é o ArcGlobe que é uma espécie de Google Earth mais voltado para o profissional de SIG, mas ainda não consegui inserir coisas pertinentes.
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terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Viagem no Tempo
Lendo a Super Interessante desse mês sobre “destino” me foi apresentada a questão temporal sobre a teoria da relatividade. Não que seja novidade para mim. Inclusive na própria revista já foi dito que quanto maior a velocidade mais rápido no tempo a massa alcança e um exemplo que sempre achei interessante é a de levar um buraco de minhoca para uma viagem intergaláctica à velocidade da luz e voltar. No retorno o buraco de minhoca seria um “portal” para o passado, pois o tempo dentro da nave intergaláctica teria passado muito mais lento.
Contudo nesta última edição me foi dado um exemplo mais simples: o simples fato de ir à padaria de bicicleta ou a pé seria uma viagem mais rápida também no tempo. Isso me leva a pensar no seguinte: o tempo só passa porque estamos em constante movimento. Ué? Mas eu to parado aqui lendo o que este doido escreveu. É, mas retemo-nos ao big bang. Segundo os físicos que acreditam na teoria do big bang, o universo está em constante expansão. Destarte, apesar de não percebermos, estamos em movimento. Básico de física, nós não percebemos porque não existe referencial aparente. Estamos presos dentro do nosso micro-cosmos e não conseguimos ver a magnitude do universo que se encontra em expansão. Ou seja, a Terra está se movendo não só em relação ao Sol, mas também a nossa galáxia está se movimentando, não sei para onde, mas acredito que na direção oposta da origem do big bang. Como não temos como entrar (e acredito que ninguém é doido de querer entrar) no “Vórtice da Perspectiva Total”, nem sabemos como chegar no “Milliways”, O Restaurante no Fim do Universo, temos que nos contentar com a imaginação.
Mas voltando a teoria: O tempo só passa porque estamos nos movimentando. Um belo dia o universo deixará de expandir. E o tempo irá parar. Certamente por um breve momento. Até tudo ser atraído novamente para o centro do big bang fazendo com que o tempo retroceda como um disco tocado ao contrário.
Neste sentido, seria possível criar uma maquina do tempo (em teoria). Bastaria saber para onde está o centro do big bang. Se quiséssemos ir para o passado era só ir neste sentido, se o destino fosse o futuro era só ir à direção contrária.
Será que isso faz algum sentido?
Mas indo para um nível subatômico e abordando a teoria das cordas... E se mesmo parados, como as cordas estão vibrando sempre, seria isso que faria com que o tempo andasse? Então neste caso, mesmo que o universo deixasse de se expandir ainda assim o tempo caminharia.
sábado, 1 de janeiro de 2011
PresidentA
Eu sei que o clima é de festa para a primeira presidentA do BrasiU, mas acontece que estou lendo "O Guia do Mochileiro das Galáxias" do brilhante Douglas Adams (NÃO ENTRE EM PÂNICO!) e tem uma passagem que ele define o que é o presidente do Governo Imperial Galático e é de um sarcasmo tão gostoso e sutil que não posso deixar de colocar neste dia tão "importante": Só pra ressaltar que Adams é inglês, mas isso não modifica o sarcasmo com qualquer outro governo.
* Presidente: o nome oficial do cargo é presidente do Governo Imperial Galático. O termo Imperial é mantido embora seja atualmente um anacronismo. O imperador hereditário está quase morto, há muitos séculos. Nos últimos instantes de seu coma, ele foi colocado num campo de estase, que o mantém num estado de imutabilidade perpétua. Todo os seus herdeiros já morreram há muito tempo, o que significa que, sem ter havido nenhuma grande convulsão política, o centro do poder foi deslocado de forma simples e eficaz para escalões inferiores, sendo agora aparentemente atribuição de um órgão cujos membros antes atuavam como simples conselheiros do imperador - uma assembleia governamental eleita, chefiada por um presidente eleito por ela. Na verdade, não é aí que está o poder, em absoluto.
O presidente, em particular, é simplesmente uma figura pública: não detém nenhum poder. Ele é aparentemente escolhido pelo governo, mas as qualidades que ele deve exibir nada têm a ver com liderança. Ele deve é possuir um sutil talento para provocar indignação. Por esse motivo, o presidente é sempre uma figura polêmica, sempre uma personalidade irritante, porém fascinante ao mesmo tempo. Não cabe a ele exercer o poder, e sim desviar a atenção do poder. (...) Pouquíssimas pessoas sabem que o presidente e o governo praticamente não têm nenhum poder, e, dessas poquíssimas pessoas, apenas seis sabem onde é, de fato, exercido o verdadeiro poder político. A maioria das outras está convencida de que, em última instância, o poder é exercido por um computador. Elas não poderiam estar mais erradas." (ADAMS, 2010, p. 35, grifo meu)
sábado, 23 de outubro de 2010
Uma boa noticia
Dei um curso de ArcGIS em junho para a turma do PET da Arquitetura da UFC e deu frutos.
http://arqpetufc.blogspot.com/2010/10/poster-premiado-nos-encontros.html
Eles apresentaram um trabalho sobre o ArcGIS e o curso nos Encontros Universitários e conseguiram o 3o lugar. Estou muito feliz.
http://arqpetufc.blogspot.com/2010/10/poster-premiado-nos-encontros.html
Eles apresentaram um trabalho sobre o ArcGIS e o curso nos Encontros Universitários e conseguiram o 3o lugar. Estou muito feliz.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Para saber quais os bancos que existem no SGBD
Muitas vezes é necessário saber quais são os bancos que estão dentro do SGBD e que espaço ocupam. Então aqui vão alguns comandos SQL:
Para saber quais bancos existem no MySQL:
SELECT schema_name FROM schamata
Para saber o espaço que cada banco ocupa:
SELECT table_schema "Data Base Name", sum( data_length + index_length ) / 1024 / 1024 "Data Base Size in MB" FROM information_schema.TABLES GROUP BY table_schema ;
Para saber o espaço ocupado e livre de cada banco:
SELECT table_schema "Data Base Name", sum( data_length + index_length ) / 1024 / 1024 "Data Base Size in MB", sum( data_free )/ 1024 / 1024 "Free Space in MB" FROM information_schema.TABLES GROUP BY table_schema ;
Para saber quais bancos existem no PostgreSQL (tirando o próprio banco de configurações)
SELECT datname FROM pg_database WHERE datistemplate IS FALSE AND datallowconn IS TRUE AND datname!='postgres';
Para saber o tamanho que cada banco ocupa (por banco):
SELECT pg_size_pretty(pg_database_size('somedatabase')) As fulldbsize;
Finalmente, para o caso do uso do PostGIS, qual o tamanho da geometria:
SELECT ST_Mem_Size(ST_GeomFromText('LINESTRING(220268 150415,220227 150505,220227 150406)'));
SELECT pg_size_pretty(CAST(SUM(ST_Mem_Size(the_geom)) As bigint) ) as totgeomsum
FROM sometable WHERE state = 'MA';
Para saber quais bancos existem no MySQL:
SELECT schema_name FROM schamata
Para saber o espaço que cada banco ocupa:
SELECT table_schema "Data Base Name", sum( data_length + index_length ) / 1024 / 1024 "Data Base Size in MB" FROM information_schema.TABLES GROUP BY table_schema ;
Para saber o espaço ocupado e livre de cada banco:
SELECT table_schema "Data Base Name", sum( data_length + index_length ) / 1024 / 1024 "Data Base Size in MB", sum( data_free )/ 1024 / 1024 "Free Space in MB" FROM information_schema.TABLES GROUP BY table_schema ;
Para saber quais bancos existem no PostgreSQL (tirando o próprio banco de configurações)
SELECT datname FROM pg_database WHERE datistemplate IS FALSE AND datallowconn IS TRUE AND datname!='postgres';
Para saber o tamanho que cada banco ocupa (por banco):
SELECT pg_size_pretty(pg_database_size('somedatabase')) As fulldbsize;
Finalmente, para o caso do uso do PostGIS, qual o tamanho da geometria:
SELECT ST_Mem_Size(ST_GeomFromText('LINESTRING(220268 150415,220227 150505,220227 150406)'));
SELECT pg_size_pretty(CAST(SUM(ST_Mem_Size(the_geom)) As bigint) ) as totgeomsum
FROM sometable WHERE state = 'MA';
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